Curta-metragem que
compila 15 bilhões de anos de evolução genética em seis minutos de animação de
forma descontraída. Finos desenhos ilustram a história desde a grande explosão
cósmica até a chegada do homo sapiens, tudo acompanhando por uma trilha sonora orquestral.
Esse trabalho foi fruto
de pesquisa feito em 2015 pelos alunos do Ensino Médio numa escola pública no
interior do Estado de São Paulo para atender as exigências da disciplina de
Sociologia e a partir das orientações do professor Reginaldo Aparecido Sousa. A primeira ideia foi realizar uma pesquisa documental escrita – fontes
literárias de estudiosos e algumas curiosidades – mas um grupo de alunos com
espírito de pesquisador resolveram ir além e investiram na “aventura” de
descobrir e entrar num espaço geográfico de uma aldeia indígena para, quem
sabe, comprovar o que os livros/documentos diziam. Ou seja, por que não ouvir
os próprios protagonistas e assim conhecer melhor seu cotidiano?
Claro que eles tiveram
um arcabouço teórico importante, sensato e coerente despido de preconceito e
voltado para o espírito de alteridade e assim mergulhar numa ‘nova’ cultura.
As descobertas foram
muitas e a troca também com ambos os lados ganhando... Aqui cabe ressaltar a
fala de Betty Mindlin doutora em
antropologia pela PUC-SP e pesquisadora de questões indígenas da Amazônia desde
1978, que afirma “os índios querem
aprender e ter mais participação social. Porém, isto não significa que eles
querem deixar de ser índios.”
Concordamos
com a professora e reforçamos que os
projetos desse tipo mostram cada vez que
é possível valorizar o saber e a cultura dos povos indígenas e, também
colaborar para que nós e eles tenham condições de
participar ativamente das questões sociais. “Tirando-os da condição em que eles
são vistos pela sociedade, que os despreza como ignorantes e analfabetos, e
alçando-os ao patamar de um povo que há séculos tem o que ensinar”.
Quem sabe
uma educação flexível que respeite as
diferenças étnicas e culturais seja mais eficiente na construção de uma
sociedade justa e igualitária? Afinal nosso país é pluralidade pura e não só
com os índios, e para perceber, enxergar
e entender isso basta olhar um
pouco para os registros históricos.
Assim
indicamos mais do nunca esse vídeo para que prazerosamente vejam parte do
resultado do trabalhar escolar – diríamos acadêmico – desses brilhantes alunos.
Ação mundial da Unicef mostra odrama vivido por crianças refugiadas da Síria
A produtora brasileira Consulado
produziu uma das três animações da campanha mundial da Unicef "Unfairy
Tales" ("Contos que não são de fadas", em tradução livre). A
ação alerta sobre o drama das crianças refugiadas da guerra na Síria que
arriscam suas vidas atravessando o Mar Mediterrâneo em botes precários para
chegar à Europa.
Lançado
mundialmente esta semana, o filme de animação "Ivine and the
Pillow" ("Ivine e o Travesseiro") mostra a trajetória da garota
síria de 14 anos chamada Ivine e é narrado pela própria garota. Ela diz, entre
outras coisas, que sentia muito medo de viver escondida por causa da guerra e
que, depois de fugir da Síria junto com sua família e até chegar a um campo de
refugiados na Alemanha, andou muito, sentiu muita fome e tinha pesadelos. Ao
final, a própria garota diz: "Eu me sinto triste, por que a vida precisa
ser tão dura?".
O mote
da campanha é 'Some stories were never meant for children' ('Algumas histórias
nunca deveriam ser contadas por crianças'). A Consulado foi convidada pela
Unicef em dezembro para participar do projeto. Todo o layout, concepção de
personagem e animação foram feitos pela produtora.
O
primeiro filme da série mundial,“Malak and the boat - a journey from Syria”, foi lançado
em fevereiro e também tinha brasileiros na ficha técnica. O
terceiro filme é "Mustafa goes for a walk".
Nos furtamos a tentar comentar sobre as animações pois as sensações emotivas de tristeza e solidariedade fluem por natureza, da mesma forma quando nos deparamos com pessoas como elas - sírias ou haitianos ou colombianos entre outros - em nossos cotidiano tentando refazer suas vidas.
Protagonizadas pelo eternamente hesitante Charlie Brown e
pelo travesso beagle Snoopy, elas tiveram estreia em 1950, em nove jornais dosEstados Unidos,
como Washington Post, Boston Globee NewYork World-Telegram & Sun. O enorme sucesso fez os dois personagens se tornarem
símbolos da tirinha (conhecida no Brasil como Minduim).
O conteúdo dessa
animação não é, nem de longe, uma crítica ao cotidiano escolar da educação
brasileira mas entendemos como um olhar divertido sobre as situações vividas
por pessoas envolvidas neste setor da nossa sociedade. Caso algum dos usuários
se identifique aí é mera semelhança ou coincidência. (Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/20-curiosidades-sobre-charles-m-schulz-criador-de-peanuts)
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Trabalho e Capitalismo Global - 2
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Livro Desenhos Animados...
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Livro Explorer
A obra está voltada para adolescentes e jovens, principalmente, que enfoca temas atuais e analisa questões que envolvem parte do cotidiano de pessoas nessa faixa etária. Para mais informações, clique na imagem acima.
Livro Direito Digital - Patrícia Peck
Patricia Peck Pinheiro lança edição atualizada e ampliada do livro “Direito Digital”, saiba mais clicando na imagem acima.