Olá
galera que acompanha nosso blog!!!!! Nossa de hoje é sobre a animação japonesa
Kare Kano (Kareshi Kanojo noJijō - 彼氏彼女の事情 - Original) dirigido
pelo grandioso Hideaki Anno. Hideaki Anno nasceu em 1960 (Ube, Yamagushi,
Japão) e tem uma considerável atividade no cinema como ator, diretor,
roteirista, produtor e diretor.
O vídeo
de hoje é uma análise de conteúdo e
roteiro da obra fílmica e escolhemos fazer assim porque foram 25 episódios da
séria, digamos assim, e ficaria desinteressante pra vocês que nos acompanham.
Então vai a dica analítica como porta de entrada pra conhecer mais desse
excelente artista que é gente como a gente.
Pela primeira vez não temos os dados técnicos da animação*)
A trilha sonora é do ColdPlay e a tradução colocamos logo abaixo:
Hino
Para o Final de Semana
Beba de mim, beba de mim
(Oh-ah-oh-ah)
Que nós disparamos através do céu
Sinfonia
Derrame uma
Que nós disparamos através do céu
Beba de mim, beba de mim
(Oh-ah-oh-ah)
Que nós disparamos através do céu
Sinfonia
Tão alto, tão alto
Que eu disparo através do
Oh, anjo enviado lá de cima
Você sabe que você ilumina o meu mundo
Quando eu estava triste, quando eu estava machucado
Você veio para me levantar
A vida é uma bebida e o amor é uma droga
Oh, agora acho que devo estar milhas acima
Quando eu era como um rio seco
Você veio para chover uma inundação
Você disse: Beba de mim, beba de mim
Quando eu estava tão sedento
Derramou uma sinfonia
Agora eu não consigo mais parar
Colocou suas asas em mim, asas em mim
Quando eu estava tão pesado
Despejou uma sinfonia
Quando estava baixo, baixo, baixo, baixo
Eu, oh eu, oh eu
Você me faz sentir entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Oh eu, oh eu, oh eu
Agora estou me sentindo entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Oh, anjo enviado lá de cima
Te sinto correndo pelo meu sangue
A vida é uma bebida e o seu amor está prestes
A fazer as estrelas aparecerem
Você colocou suas asas em mim, asas em mim
Quando eu estava tão pesado
Derramou uma sinfonia
Quando eu estava baixo, baixo, baixo, baixo
Eu, oh eu, oh eu
Você me faz sentir entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Oh eu, oh eu, oh eu
Agora estou me sentindo entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Eu, oh eu, oh eu
La, la, la, la, la, la, la
Tão alto, tão alto
Oh eu, oh eu, oh eu
Estou me sentindo entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Que nós disparamos através do céu
Que nós disparamos através do
Que nós disparamos através do céu
Me veja disparar através do
(Que nós disparamos, querido)
Que nós disparamos através do céu
Que nós disparamos através do
Que nós disparamos através do céu
Que nos dispararemos através do
*A animação não foi produzida por nós do blog Cinema de animação - olhar além da tela. Nós somente a divulgação como incentivo à categoria da Sétima Arte/Arte síntese e por conta da belíssima data Dia dos Namorados.
Demoramos pra fazer outra postagem nova por percebermos que a última
postagem teve muitos acessos (e visualizações) e cresce a cada dia. Afinal é
uma ferida aberta em nossas vidas, não é mesmo?
Então resolvemos falar um pouquinho da vida e obra de Steve Cutts, o
cara que fez a animação ... e tantas outras com um olhar tão diferente que
sempre nos pensar.
Vamos lá:
“Steve Cutts é um
ilustrador e animador inglês mundialmente conhecido por suas animações
reflexivas e críticas ao mundo contemporâneo.Com tom provocador,
ácido e cheio de críticas as ilustrações e animações de Steve Cuttsapresentam
reflexões sobre o comportamento humano e a cultura da sociedade atual. O
artista utiliza os softwares Adobe
After Effects, Toon
Boom Harmony, Photoshop, Cinema 4D e Manga Studio para
criar as animações e vídeos, trabalhando com diversas técnicas e linguagens.
Steve também já trabalhou
para grandes marcas como Coca-Cola,
Sony, Toyota, Reebok, e PlayStation, inclusive muitas ilustrações e
vídeos criados por ele fazem críticas a essas gigantes do mercado
mundial. Steve também já realizou trabalhos para UNESCO, Fundação Gaia, Isobar,
LMFM, Analogfolk, a série Os
Simpsons e também para o músico e produtor Moby,
realizando animações presentes nos videoclipes Are You Lost In The World Like Me?
e In This Cold
Place.
Quem dos nossos seguidores já
assistiu a animação “O menino e o mundo” do animador Alê Abreu deve ter
percebido que o protagonista da maravilhosa obra é um menino... preocupado em
entender como o mundo a sua volta funciona em vários setores de nossa sociedade
mas principalmente pelo avanço de um sistema hediondo que promove massacres em
todos os seres que nele vivem. Alguns privilegiados escapam dos seus ataques...
A animação “HUMANIDADE
versus PRECIPÍCIO - triste realidade” também tem um protagonista: um menino que
a cada situação que vê e vivenciaele se
entristece. Ele não tem um nome específico e você dar-lhe o nome que que
achar mais apropriado no contexto. Pense nisso...
Ele se vê em meio a uma multidão de
pessoas – homens e mulheres jovens ou adultos – e alterna seu caminhar entre passos
lentos e apressados enquanto outros da
multidão estão num mesmo ritmo indo de algum lugar para outro sendo conduzidos
por um pequeno aperelho tecnológico: o celular. Nada do que acontece em volta dessas interessa ou importa e somente o menino vê coisas que os outros não
conseguem mais enxergar, pois é como se tivessem sido abduzidos ou infectados de
um vírus que os tornou simples zumbis sociais.
Uma agressão física (espancamento)
não causa estranheza mas deve ser filmado e colocado na internet.
A mulher na rua nada observa mas
em meio as outras luzes – neon das propagandas e dos automóveis – só quer
registrar importante(??).
Num ônibus lotado as pessoas
sérias e tristes não se olham, não se veem e não se enxergam... As pessoas
naturalizaram as agressões e descasos com valores morais quando uma mulher é
molestada.
A falsidade da felicidade dos
selfies predomina...
Uns tratam os outros como coisas:
as mulher que escolhe o homem como se fosse um pedaço de carne e a ciência (com
as cirurgias plásticas) que incentiva a doença mental da beleza eterna, desesperadora
e “necessária”. Confundindo a geração saúde com a geração plástica dos (as) cirurgiados
(as).
A criança se desespera para
chamar a atenção dos adultos (homens e mulheres) e por não conseguir também se
entristece num sentimento normal de estar só e ver as pessoas morrendo. A moça
que quer o suicídio vira alvo de fotos e flashes e seus desespero vira um
espetáculo e a humanidade caminha para um precipício.
Em tempo: o título original é “Voce
está perdido no mundo igual a mim?” da
banda Moby & The
Void Pacific Choi. Conheça um pouco do ilustrador Steve Cuttz acessando o
endereço https://nanu.blog.br/steve-cutts-na-nuzeando/
SINFONIA:
orquestra de notas musicais que toca a música Boléro de “Maurice Ravel” Sinopse: Uma fantástica orquestra de notas musicais que toca a
música Boléro de “Maurice Ravel”. Situações inusitadas vão acontecendo a
medida que a música avança. E não se assuste com o tempo de duração
quepassará como um vento melodioso, envolvente
e divertido.
Bom proveito com este
banquete musical... Degustem com prazer e calma e ao movimento (e sabor) da alma.
Aos curiosos um
pouco de história da música:
JOSEPH- MAURICE RAVEL
"A tradição é a
personalidade dos imbecis". Esta célebre frase retrata com fidelidade o
perfil de Joseph-Maurice Ravel, que em seu tempo ganhou a fama de
"revolucionário perigoso". Na verdade, de perigoso Ravel não tinha
nada. Era apenas um músico com extrema complexidade técnica, que conseguia
criar sons orquestrais ecléticos como ninguém, o que evidenciava sua condição
de fã assumido do compositor Claude Debussy.
Filho do engenheiro suíço Pierre Joseph Ravel e da fidalga
francesa Marie Delouart Ravel, Joseph-Maurice Ravel nasceu na cidade de
Ciboure, nos baixos Pirineus, em 7 de março de 1875. Começou a receber as
primeiras aulas de piano aos sete anos, junto com o irmão Edouard, três anos
mais novo. O interesse pela música chamou a atenção dos pais que, em 1889, o
matricularam no tradicional Conservatório de Paris.
Apesar da vontade de aprender, Ravel nunca aceitou muito bem as aulas coletivas
e, após uma década de aprendizado em classe, passou a estudar sozinho as regras
de composição. Durante anos se preparou para concorrer ao Grande Prêmio de
Música de Roma, evento que consagrava novos talentos.
Considerado um dos favoritos à conquista em 1900, sofreu sua
maior decepção ao ser derrotado. Nunca se conformou, e desde então passou a ser
uma pessoa arredia, chegando a recusar a Legião de Honra, principal
condecoração francesa. Não freqüentava eventos sociais, apesar de viver no auge
da belle époque européia, preferindo dedicar sua vida inteiramente ao trabalho
musical.
Nesta época, Ravel confidenciou aos amigos que precisava criar uma obra
especial, que caísse no gosto do público e, ao mesmo tempo, agradasse a
crítica. Foi quando compôs em 1903 o famoso ciclo de canções Shéhérazade.
Obteve relativo êxito, mas só alcançou maior reconhecimento quando apresentou o
balé Daphnis et Chloé em 1912, música encomendada pelo coreógrafo russo
Diaghilev.
Ravel era dono de certas atitudes infantis, gostava de brinquedos e deixava
transparecer em suas obras temas ligados à fantasia, contos de fadas e magias.
Um fato facilmente observado na suíte Mamãe gansa, de 1910, música para piano que depois foi transformada e
adaptada para o balé.
Ao mesmo tempo, procurava desafios. Compunha peças que exigiam enorme empenho
do intérprete, como é o caso da Sonata para violino e violoncelo e do famoso Concerto de piano para mão esquerda, especialmente criado para o músico Paul Wittgenstein, que
perdera o braço direito durante a guerra.
Um ano após a morte de seu pai em 1908, Ravel decidiu morar sozinho. Nesse
período, compôs sua primeira ópera, L' Heure espagnole, e iniciou uma fase de trabalho fértil.
Infelizmente, fortes abalos emocionais, como a morte da mãe em 1917 e algumas
decepções amorosas, foram minando suas forças. Mesmo assim persistia, e em
1928, a pedido da bailarina Ida Rubinstein, compôs sua mais aclamada obra, Boléro.
Os amigos mais chegados, preocupados com a sua falta de ânimo, organizaram
várias viagens, inclusive até Marrocos, a fim de distraí-lo. Mas um acidente de
automóvel, em 1932, deixaria seqüelas irreversíveis. Sua memória foi afetada e
a coordenação dos movimentos jamais seria a mesma.
Fortes dores de cabeça passaram a atormentar o músico. Em 1937, os médicos
resolveram submetê-lo a uma cirurgia cerebral. Depois dela, Maurice Ravel nunca
mais recobrou a consciência. Faleceu no dia 28 de dezembro do mesmo ano, no
pico do inverno francês. Com ele, morria o último grande mestre clássico da
música européia.
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Trabalho e Capitalismo Global - 2
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A obra está voltada para adolescentes e jovens, principalmente, que enfoca temas atuais e analisa questões que envolvem parte do cotidiano de pessoas nessa faixa etária. Para mais informações, clique na imagem acima.
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