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sábado, 22 de junho de 2019

Kare kano – uma análise diferente...

                          Direção: Hideaki Anno     
  Ano: 1998 
     País: Japão   
         Duração: 10:33’

 Olá galera que acompanha nosso blog!!!!! Nossa de hoje é sobre a animação japonesa Kare Kano (Kareshi Kanojo no Jijō - 彼氏彼女の事情  - Original) dirigido pelo grandioso Hideaki Anno. Hideaki Anno nasceu em 1960 (Ube, Yamagushi, Japão) e tem uma considerável atividade no cinema como ator, diretor, roteirista, produtor e diretor.
O vídeo de hoje é uma análise de conteúdo  e roteiro da obra fílmica e escolhemos fazer assim porque foram 25 episódios da séria, digamos assim, e ficaria desinteressante pra vocês que nos acompanham. Então vai a dica analítica como porta de entrada pra conhecer mais desse excelente artista que é gente como a gente.

              Hideaki Anno

domingo, 9 de junho de 2019

UM AMOR de VERDADE


“Aos namorados que se amam, 
Prestem muita atenção:
Saibam viver as suas vidas 
Repletas de muitas emoções;
Nunca guardem rancor, saibam perdoar;
Deem asas à imaginação e 
Estejam sempre prontos a voar;
Sejam felizes como a vida requer;

Amem muito esse homem ou essa mulher.

Nunca tenham medo, não;
Sigam sempre o seu coração!” (Anônimo)
Pela primeira vez não temos os dados técnicos da animação*)


A trilha sonora é do ColdPlay e a tradução colocamos logo abaixo:

Hino Para o Final de Semana 

Beba de mim, beba de mim
(Oh-ah-oh-ah)
Que nós disparamos através do céu
Sinfonia
Derrame uma
Que nós disparamos através do céu
Beba de mim, beba de mim
(Oh-ah-oh-ah)
Que nós disparamos através do céu
Sinfonia
Tão alto, tão alto
Que eu disparo através do

Oh, anjo enviado lá de cima
Você sabe que você ilumina o meu mundo
Quando eu estava triste, quando eu estava machucado
Você veio para me levantar
A vida é uma bebida e o amor é uma droga
Oh, agora acho que devo estar milhas acima
Quando eu era como um rio seco
Você veio para chover uma inundação

Você disse: Beba de mim, beba de mim
Quando eu estava tão sedento
Derramou uma sinfonia
Agora eu não consigo mais parar
Colocou suas asas em mim, asas em mim
Quando eu estava tão pesado
Despejou uma sinfonia
Quando estava baixo, baixo, baixo, baixo

Eu, oh eu, oh eu
Você me faz sentir entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Oh eu, oh eu, oh eu
Agora estou me sentindo entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto

Oh, anjo enviado lá de cima
Te sinto correndo pelo meu sangue
A vida é uma bebida e o seu amor está prestes
A fazer as estrelas aparecerem

Você colocou suas asas em mim, asas em mim
Quando eu estava tão pesado
Derramou uma sinfonia
Quando eu estava baixo, baixo, baixo, baixo

Eu, oh eu, oh eu
Você me faz sentir entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto
Oh eu, oh eu, oh eu
Agora estou me sentindo entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto

Eu, oh eu, oh eu
La, la, la, la, la, la, la
Tão alto, tão alto
Oh eu, oh eu, oh eu
Estou me sentindo entorpecido e capaz de voar
Tão alto, tão alto

Que nós disparamos através do céu
Que nós disparamos através do
Que nós disparamos através do céu
Me veja disparar através do
(Que nós disparamos, querido)
Que nós disparamos através do céu
Que nós disparamos através do
Que nós disparamos através do céu
Que nos dispararemos através do


*A animação não foi produzida por nós do blog Cinema de animação - olhar além da tela. Nós somente a divulgação como incentivo à categoria da Sétima Arte/Arte síntese e por conta da belíssima data Dia dos Namorados.




domingo, 5 de maio de 2019

Steve Cutts - conheça o ilustrador e animador



Olá pessoal!!!!!!!!!!!!!!
Demoramos pra fazer outra postagem nova por percebermos que a última postagem teve muitos acessos (e visualizações) e cresce a cada dia. Afinal é uma ferida aberta em nossas vidas, não é mesmo?
Então resolvemos falar um pouquinho da vida e obra de Steve Cutts, o cara que fez a animação ... e tantas outras com um olhar tão diferente que sempre nos pensar.
Vamos lá:
“Steve Cutts é um ilustrador e animador inglês mundialmente conhecido por suas animações reflexivas e críticas ao mundo contemporâneo. Com tom provocador, ácido e cheio de críticas as ilustrações e animações de Steve Cuttsapresentam reflexões sobre o comportamento humano e a cultura da sociedade atual. O artista utiliza os softwares Adobe After Effects, Toon Boom Harmony, Photoshop, Cinema 4D e Manga Studio para criar as animações e vídeos, trabalhando com diversas técnicas e linguagens.
Steve também já trabalhou para grandes marcas como Coca-Cola, Sony, Toyota, Reebok, e PlayStation, inclusive muitas ilustrações e vídeos criados por ele fazem críticas a essas gigantes do mercado mundial. Steve também já realizou trabalhos para UNESCO, Fundação Gaia, Isobar, LMFM, Analogfolk, a série Os Simpsons e também para o músico e produtor Moby, realizando animações presentes nos videoclipes Are You Lost In The World Like Me?  e In This Cold Place.
Veja algumas das produções dele:








                             Fonte: https://nanu.blog.br/steve-cutts-na-nuzeando/

Como sabemos que você entrou no blog pra ver uma animação então assista esta que separamos pra você do Steve Cutts:




sábado, 16 de março de 2019

“HUMANIDADE versus PRECIPÍCIO - triste realidade”


Direção: Steve Cuttz
País: Inglaterra
Ano: 2016
Duração: 3:51
Quem dos nossos seguidores já assistiu a animação “O menino e o mundo” do animador Alê Abreu deve ter percebido que o protagonista da maravilhosa obra é um menino... preocupado em entender como o mundo a sua volta funciona em vários setores de nossa sociedade mas principalmente pelo avanço de um sistema hediondo que promove massacres em todos os seres que nele vivem. Alguns privilegiados escapam dos seus ataques...
A animação “HUMANIDADE versus PRECIPÍCIO - triste realidade” também tem um protagonista: um menino que a cada situação que vê e vivencia  ele se entristece. Ele não tem um nome específico e você dar-lhe o nome que que achar mais apropriado no contexto. Pense nisso...
Ele se vê em meio a uma multidão de pessoas – homens e mulheres jovens ou adultos – e alterna seu caminhar entre passos  lentos e apressados enquanto outros da multidão estão num mesmo ritmo indo de algum lugar para outro sendo conduzidos por um pequeno aperelho tecnológico: o celular. Nada do que acontece em  volta dessas interessa ou importa  e somente o menino vê coisas que os outros não conseguem mais enxergar, pois é como se tivessem sido abduzidos ou infectados de um vírus que os tornou simples zumbis sociais.
Uma agressão física (espancamento) não causa estranheza mas deve ser filmado e colocado na internet.
A mulher na rua nada observa mas em meio as outras luzes – neon das propagandas e dos automóveis – só quer registrar importante(??).
Num ônibus lotado as pessoas sérias e tristes não se olham, não se veem e não se enxergam... As pessoas naturalizaram as agressões e descasos com valores morais quando uma mulher é molestada.
A falsidade da felicidade dos selfies predomina...
Uns tratam os outros como coisas: as mulher que escolhe o homem como se fosse um pedaço de carne e a ciência (com as cirurgias plásticas) que incentiva a doença mental da beleza eterna, desesperadora e “necessária”. Confundindo a geração  saúde com a geração plástica dos (as) cirurgiados (as).
A criança se desespera para chamar a atenção dos adultos (homens e mulheres) e por não conseguir também se entristece num sentimento normal de estar só e ver as pessoas morrendo. A moça que quer o suicídio vira alvo de fotos e flashes e seus desespero vira um espetáculo e a humanidade caminha para um precipício.   
Em tempo: o título original é “Voce está perdido no  mundo igual a mim?” da banda  Moby & The Void Pacific Choi. Conheça um pouco do ilustrador Steve Cuttz acessando o endereço https://nanu.blog.br/steve-cutts-na-nuzeando/

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Um bolero com notas vivas


Técnica: Animação digital 2D
Direção: Simon Brethé – Ano: 2005

Duração: 7:29

SINFONIA: orquestra de notas musicais que toca a música Boléro de “Maurice Ravel”  Sinopse: Uma fantástica orquestra de notas musicais que toca a música Boléro de “Maurice Ravel”. Situações inusitadas vão acontecendo a medida que a música avança. E não se assuste com o tempo de duração que  passará como um vento melodioso, envolvente e divertido.
Bom proveito com este banquete musical... Degustem com prazer e calma e ao movimento (e sabor) da alma.

Aos curiosos um pouco de história da música:

JOSEPH- MAURICE RAVEL

"A tradição é a personalidade dos imbecis". Esta célebre frase retrata com fidelidade o perfil de Joseph-Maurice Ravel, que em seu tempo ganhou a fama de "revolucionário perigoso". Na verdade, de perigoso Ravel não tinha nada. Era apenas um músico com extrema complexidade técnica, que conseguia criar sons orquestrais ecléticos como ninguém, o que evidenciava sua condição de fã assumido do compositor Claude Debussy.
Filho do engenheiro suíço Pierre Joseph Ravel e da fidalga francesa Marie Delouart Ravel, Joseph-Maurice Ravel nasceu na cidade de Ciboure, nos baixos Pirineus, em 7 de março de 1875. Começou a receber as primeiras aulas de piano aos sete anos, junto com o irmão Edouard, três anos mais novo. O interesse pela música chamou a atenção dos pais que, em 1889, o matricularam no tradicional Conservatório de Paris.
Apesar da vontade de aprender, Ravel nunca aceitou muito bem as aulas coletivas e, após uma década de aprendizado em classe, passou a estudar sozinho as regras de composição. Durante anos se preparou para concorrer ao Grande Prêmio de Música de Roma, evento que consagrava novos talentos.
Considerado um dos favoritos à conquista em 1900, sofreu sua maior decepção ao ser derrotado. Nunca se conformou, e desde então passou a ser uma pessoa arredia, chegando a recusar a Legião de Honra, principal condecoração francesa. Não freqüentava eventos sociais, apesar de viver no auge da belle époque européia, preferindo dedicar sua vida inteiramente ao trabalho musical.
Nesta época, Ravel confidenciou aos amigos que precisava criar uma obra especial, que caísse no gosto do público e, ao mesmo tempo, agradasse a crítica. Foi quando compôs em 1903 o famoso ciclo de canções Shéhérazade. Obteve relativo êxito, mas só alcançou maior reconhecimento quando apresentou o balé Daphnis et Chloé em 1912, música encomendada pelo coreógrafo russo Diaghilev.
Ravel era dono de certas atitudes infantis, gostava de brinquedos e deixava transparecer em suas obras temas ligados à fantasia, contos de fadas e magias. Um fato facilmente observado na suíte Mamãe gansa, de 1910, música para piano que depois foi transformada e adaptada para o balé.
Ao mesmo tempo, procurava desafios. Compunha peças que exigiam enorme empenho do intérprete, como é o caso da Sonata para violino e violoncelo e do famoso Concerto de piano para mão esquerda, especialmente criado para o músico Paul Wittgenstein, que perdera o braço direito durante a guerra.
Um ano após a morte de seu pai em 1908, Ravel decidiu morar sozinho. Nesse período, compôs sua primeira ópera, L' Heure espagnole, e iniciou uma fase de trabalho fértil.
Infelizmente, fortes abalos emocionais, como a morte da mãe em 1917 e algumas decepções amorosas, foram minando suas forças. Mesmo assim persistia, e em 1928, a pedido da bailarina Ida Rubinstein, compôs sua mais aclamada obra, Boléro.
Os amigos mais chegados, preocupados com a sua falta de ânimo, organizaram várias viagens, inclusive até Marrocos, a fim de distraí-lo. Mas um acidente de automóvel, em 1932, deixaria seqüelas irreversíveis. Sua memória foi afetada e a coordenação dos movimentos jamais seria a mesma.
Fortes dores de cabeça passaram a atormentar o músico. Em 1937, os médicos resolveram submetê-lo a uma cirurgia cerebral. Depois dela, Maurice Ravel nunca mais recobrou a consciência. Faleceu no dia 28 de dezembro do mesmo ano, no pico do inverno francês. Com ele, morria o último grande mestre clássico da música européia.

 (Fonte: Homem do Bolero revela ecletismo, Disponível em: http://musicaclassica.folha.com.br/cds/24/biografia-3.html. Acesso em: 16, fev, 2019)